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16 Maio 2012

Cardápio quente para um inverno frio

Pratos e produtos típicos da estação gelada ajudam a manter a disposição e a saúde

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Na madrugada da última segunda-feira, 14 de maio, Porto Alegre alcançou a temperatura mais fria do ano até agora. E a tendência é que o frio só aumente. Quando isso acontece, a primeira coisa que fazemos é reorganizar o armário, deixando as roupas mais quentinhas e cobertores à mão e mandando as de verão lá pro alto até que a primavera chegue. Mas e na alimentação, o que muda?

Quem é cliente da Sabor Caseiro já sabe: basta os termômetros baixarem para as sopas e cremes começarem a visitar o cardápio com mais frequência, assim como outros itens típicos da época, como bergamota, laranja e aipim. Isso sem falar na sempre apreciada feijoada – mas esta com moderação, por ser um prato mais pesado. Em casa, chocolate quente e vinho tinto costumam aquecer os finais de semana. Por essas e outras, o inverno é considerado a estação mais gostosa do ano por muita gente.

O fato é que, com as temperaturas baixas, o corpo pede alimentos mais quentes e “encorpados”. De acordo com nossa nutricionista Lídia Garib, nessa época do ano nosso organismo precisa de mais energia para aumentar a temperatura corporal – por isso os carboidratos atraem mais do que verduras, legumes e frutas. O problema é que, às vezes, acabamos dispensando alimentos que são essenciais para a saúde e para prevenir as doenças de inverno. “Se a pessoa está em dia com vitaminas e minerais, ela terá mais imunidade contra o vírus da gripe, por exemplo”, afirma Lídia.

O jeito é ter bom senso e moderação. Veja algumas dicas para manter a gripe, o frio e as gordurinhas bem longe:

- Não abandone as frutas cítricas, que são ricas em vitamina C e fortalecem a imunidade. Se ingeridas junto com o feijão, elas ainda ajudam na absorção do ferro.

- O frio atrai comidas mais encorpadas, mas isso não quer dizer que elas precisam ser gordurosas.

- Não reduza a ingestão de água só porque o calor foi embora. E aproveite para beber chás quentinhos.

- Para concluir, não deixe o frio acabar com sua disposição. Agasalhe-se e continue praticando atividades físicas. 

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09 Maio 2012

Aos cozinheiros, nossa homenagem

Comemorado no dia 10 de maio, o Dia do Cozinheiro é um reconhecimento pelo empenho destes profissionais em proporcionar saúde e prazer

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Eles passam horas bolando receitas que agradem a paladares exigentes. Transformam ingredientes simples em saborosos banquetes. Muitas vezes trabalham enquanto a maioria se diverte. Colocam dedicação, carinho e um pouco de arte em cada prato, nutrindo não apenas o corpo, mas também a alma de quem come.

Estamos falando, é claro, dos cozinheiros, cuja data se comemora neste 10 de maio. Nada mais justo para uma atividade que provavelmente surgiu com o domínio do fogo pelo homem, há milhares de anos. Desde então, quanta evolução. Saber combinar temperos e alimentos tornou-se profissão das mais importantes. Hoje, “chefs” são tratados como celebridades, culinária e gastronomia dão nome a cursos universitários. E o que costumava ser feito só por lazer virou o trabalho principal de muita gente.

É, não há dúvidas de que a profissão de cozinheiro passa por um momento de valorização jamais visto, mas a realidade é que o glamour dos programas de televisão e das revistas ainda é para poucos. No Brasil e no mundo, em grandes restaurantes ou em pequenos bistrôs, em cozinhas caseiras ou industriais, o que predomina são milhares de cozinheiros anônimos – mas não por isso menos talentosos – pilotando fogões, coordenando equipes, administrando processos. Saber o que colocar na panela é só uma parte do trabalho destes multifacetados profissionais.

É a eles – a vocês – que queremos dedicar este texto. No Dia do Cozinheiro, a Sabor Caseiro homenageia e agradece a todos aqueles que escolheram o alimento como matéria-prima de sua profissão, que elegeram a cozinha como espaço para a produção de sua arte. Muito obrigado por nos proporcionar um dos maiores prazeres da vida.

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02 Maio 2012

Cor, cheiro e gosto estranhos

Mudança nas características da água consumida por moradores de Porto Alegre e Guaíba tem entre suas causas a poluição

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“Tem baixado muito, nestes últimos dias, as águas dos rios Guahyba e Jacuhy”. O trecho da notícia publicada pelo jornal Correio do Povo em março de 1912 dá pistas de que o baixo volume de chuvas neste período do ano não é um fenômeno recente ou isolado nessa região. Mas, se historicamente a estiagem tem prejudicado a agricultura e, consequentemente, a economia do estado, nos últimos tempos ela também passou a afetar diretamente a população.

Os moradores das cidades de Porto Alegre e Guaíba que o digam. Nesta época do ano, a água usada em atividades do dia a dia, como cozinhar, escovar os dentes e tomar banho, tem apresentado cor, odor e gosto diferentes. No entanto, há cem anos a água potável não se alterava... Então será que a pouca chuva é a única causa do “cheirinho estranho” que sentimos ao abrir a torneira?

De acordo com relatório divulgado no fim de abril pelo Departamento Municipal de Águas e Esgotos, o Dmae, condições meteorológicas como estiagem, calor e baixa turbulência nas águas de lagos e rios podem, sim, acelerar a proliferação de algas azuis ou cianobactérias – as responsáveis pela mudança nas propriedades da água. Mas há outro fator que favorece ainda mais a multiplicação dos micro-organismos: a poluição causada por esgotos não tratados despejados nos mananciais, problema que não existia há um século.

Ainda não há técnicas eficientes para a retirada das algas da água tratada, mas, para amenizar a mudança das características a que estamos acostumados, o Dmae adiciona maiores quantidades de carvão ativado aos tanques das estações de tratamento. O órgão garante que tanto esta substância quanto as algas não são prejudiciais à saúde, e ainda alerta que a condição da água deve se normalizar na medida em que as chuvas aumentarem por aqui.

Para quem não quer esperar até que o cafezinho e o macarrão voltem a ter o gostinho de sempre, o jeito é usar água mineral. Mas está claro que uma solução permanente deve incluir o combate à poluição de nossos rios.

 

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25 Abril 2012

Hipertensos: não faça parte deste time

26 de abril é o Dia Nacional de Combate à Hipertensão, um bom momento para incorporar hábitos saudáveis e mandar para bem longe a temida pressão alta

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12 por 8 ou 14 por 9. Quem afere a pressão frequentemente sabe que a medida adequada para uma vida saudável não pode passar muito destes números. Mas o que isto significa?

A gente explica. Quando o coração se contrai, ele bombeia o sangue pelas artérias. Chamamos esta atividade de pressão sistólica, representada pelo número mais alto. Quando o coração relaxa entre duas batidas, a pressão exercida pelo sangue (chamada de diastólica) cai – e aí não pode baixar de 8 ou 9. Hipertensão, portanto, é quando a força do sangue nas paredes das artérias fica ainda mais intensa, provocando o aumento do fluxo ideal.

Dia 26 de abril é o Dia Nacional de Combate à Hipertensão, uma iniciativa do Ministério da Saúde para alertar a população sobre a importância de prevenir e combater a doença. Segundo o órgão, em 2010 aproximadamente 23% dos brasileiros foram vítimas da enfermidade – número que pode passar dos 50% na população acima dos 50 anos de idade. Considerada pela Organização Mundial de Saúde (OMS) uma das 10 doenças que mais mata no mundo e o principal fator de risco para doenças cardíacas, infartos, acidentes vasculares cerebrais (AVCs) e lesões arteriais, a hipertensão acomete principalmente pessoas com maus hábitos alimentares – sal e bebidas alcoólicas estão entre os maiores vilões. Hereditariedade, excesso de peso e diabetes também são causas frequentes de pressão alta.

O problema é grave, mas a prevenção está ao alcance de todos. Quem segue as dicas abaixo tem grandes chances de mandar para bem longe o aumento da pressão arterial. Veja só:

  • Não fique parado. Caminhe mais e opte pela escada em vez do elevador sempre que possível.
  • Diminua (ou abandone) o consumo de bebidas alcoólicas e cigarros.
  • Dê uma folga às preocupações. Estresse também causa hipertensão.
  • Mantenha-se no peso ideal.
  • Alimente-se corretamente. Um profissional de saúde pode lhe orientar quanto à alimentação.
  • Diminua o sal na preparação de alimentos.
  • Lembre-se de medir a pressão a cada seis meses.
  • Consulte um médico regularmente e não abandone tratamento e medicação, se for o caso.
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17 Abril 2012

Entenda os rótulos dos alimentos – parte 2

Ter uma vida saudável pode começar pela escolha dos alimentos a partir da sua informação nutricional

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Atire a primeira pedra quem nunca conferiu o valor calórico de um alimento antes de comprá-lo. Este dado costuma chamar a atenção do consumidor bem mais do que qualquer outro – e é fácil entender por quê. No entanto, a tabela de informação nutricional contida nos rótulos dos produtos traz muitos outros valores que também devem ser observados e compreendidos.

Para completar a dica da semana passada, quando falamos sobre diversos itens impressos nos rótulos, agora vamos decifrar os componentes da tabela de informação nutricional, mais uma vez com base no Manual de Orientação ao Consumidor da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

Porção: definida por especialistas, é a quantidade média que deve ser consumida por uma pessoa sadia a partir dos 5 anos.

Percentual de Valores Diários (%VD): indica quanto a porção de alimento tem de energia e nutrientes segundo uma dieta de 2 mil calorias diárias. Mas atenção, esta quantidade de calorias é uma média que pode não ser adequada ao seu caso. Para saber qual a sua necessidade nutricional, consulte um especialista.

Valor energético: expresso em quilocalorias (Kcal), representa a quantidade de energia que o corpo é capaz de produzir a partir do consumo de carboidratos, proteínas e gorduras.

Carboidratos: encontrados em pães, massas, arroz, mel e outros alimentos, são nutrientes que dão energia para as células, em especial as cerebrais.

Proteínas: presentes no feijão, ervilhas, ovos, carnes, leites e seus derivados, são essenciais para o organismo. As proteínas são utilizadas na construção e funcionamento de órgãos, tecidos e células.

Gorduras totais: são fonte de energia e auxiliam na absorção de vitaminas A, D, E e K.

Gorduras saturadas: vilãs no corpo humano, são aliadas no desenvolvimento de doenças do coração quando consumidas em grandes quantidades. Estão presentes em alimentos de origem animal.

Gorduras Trans: evite o consumo sempre que possível, pois esta gordura também é aliada no desenvolvimento de doenças cardíacas. Original de gorduras vegetais hidrogenadas, é utilizada em alimentos industrializados como biscoitos, sorvetes, salgadinhos, etc.

Fibra alimentar: as fibras são primordiais para o bom funcionamento intestinal e para promover a saciedade. Encontradas em alimentos de origem vegetal.

Sódio: hipertensos sabem que o consumo de sódio deve ser mínimo. Presente no sal, em refrigerantes e outros alimentos, é responsável pela retenção de líquido no organismo e aumento da pressão arterial. Consuma moderadamente.

E lembre-se: para ter uma dieta saudável e balanceada é necessário saber escolher os alimentos que você consome. Agora que você já sabe como decifrar os enigmas dos rótulos, fique atento quando for às compras!

 

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11 Abril 2012

Entenda os rótulos dos alimentos – parte 1

Saber interpretar as informações dos rótulos pode ser a chave para uma alimentação mais consciente e saudável

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Você sabe o que significam todos os itens contidos nos rótulos das embalagens de comida? Decifrar estes dados é essencial para que você entenda o que está ingerindo e escolha alimentos mais saudáveis para sua dieta cotidiana. É por meio do rótulo que sabemos se o produto contém excesso de substâncias nocivas à saúde, de onde veio, prazo de validade e outras informações importantes.

Para auxiliar você nesta empreitada, a Sabor Caseiro consultou o Manual de Orientação aos Consumidores, desenvolvido pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Com base nele, vamos mostrar o que é preciso saber para interpretar rótulos de alimentos. Como são muitas informações, dividimos a dica em duas partes. Vamos à primeira:

Lista de ingredientes: é obrigatória e apresenta todos os ingredientes que compõem o produto quando ele não é único (açúcar, farinha de mandioca e café, por exemplo, não precisam deste item). A lista deve estar em ordem decrescente, do ingrediente de maior presença no produto para o de menor predominância.

Prazo de validade: alimentos com validade menor do que três meses devem informar dia e mês de vencimento. Já produtos com prazo de validade maior devem informar mês e ano de vencimento. Mesmo que esteja dentro da validade no momento da compra, analise se a embalagem está danificada, enferrujada ou inchada. Se sim, não compre. Também não adquira alimentos congelados com embalagens úmidas ou com sinais de que foram descongeladas e congeladas novamente. Fique ainda mais atento a este dado quando o alimento for perecível.

Conteúdo líquido: indica a quantidade total do produto em unidade de massa (quilo) ou volume (litro). Lembre-se de adquirir quantidades adequadas ao seu padrão de consumo para evitar desperdícios.

Lote: com esta informação é possível rastrear o processo produtivo, verificando se o produto apresenta algum problema único ou se é recorrente em todo o lote. O número deve obrigatoriamente estar nas embalagens. Começam com a letra “L” seguido por números.

Origem: informa quem é o fabricante do produto e onde ele foi fabricado. É importante para que você saiba a procedência e possa entrar em contato com a empresa, caso necessário. A localidade também indica a distância entre a produção e o consumo (quanto mais próxima de você, mais sustentável terá sido sua escolha).

Instruções de conservação: muitas vezes não nos preocupamos com esta informação; no entanto, é essencial prestar atenção a recomendações de armazenamento, como temperatura adequada de conservação, se o alimento deve ser refrigerado após aberto, se deve ser guardado em local fechado, etc.

Na semana que vem falaremos sobre as informações nutricionais. Se você quiser ler o Manual de Orientação aos Consumidores da Anvisa na íntegra, acesse http://www.anvisa.gov.br/alimentos/rotulos/manual_consumidor.pdf.

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03 Abril 2012

Páscoa como antigamente

Faça como a Sabor Caseiro e prepare seus próprios ovos decorados e recheados para a Páscoa

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Quando você era pequeno, como era a Páscoa na sua casa? Provavelmente não como é hoje na maioria dos lares. Nesta época do ano, milhares de pessoas lotam supermercados e desfolham parreiras lotadas de ovos de chocolate industrializados. São poucas as que se preocupam em presentear com algo que fuja do óbvio ou que se dedicam a preparar com as próprias mãos uma lembrança com aquele sabor único de “fui eu que fiz”.

Mas com um pouco de tempo e criatividade, não é difícil deixar esta data ainda mais especial. Foi o que a Sabor Caseiro decidiu fazer este ano. A empresa resgatou uma tradição de muitos anos atrás, quando os comensais recebiam os famosos ovos de galinha decorados e recheados com amendoim açucarado (a “carapinha”) – tudo produzido durante várias semanas pelos próprios funcionários.

Neste ano, grande parte dos clientes da Sabor Caseiro será novamente presenteada com ovinhos feitos artesanalmente pelos colaboradores da empresa. Um verdadeiro mutirão foi organizado para a preparação desta lembrança genuinamente caseira. Como dá para ver na foto, um trabalho realizado com alegria e muito carinho.

Você também pode preparar seus ovos decorados em família e reviver este costume trazido para o Brasil – especialmente a região Sul – por imigrantes alemães, italianos e ucranianos. Veja abaixo o passo a passo e tenha uma Páscoa com sabor de antigamente.

1- Fure o ovo nas duas extremidades e abra uma lasca maior na base, por onde deve sair gema e clara. Sopre pelo furo menor e pronto.

2- Com a casca vazia, lave-a com bastante água e, depois, coloque um pouco de álcool para esterilizar.

3- Quando secos, é hora de pintar. Use tinta guache, destas quem tem em qualquer papelaria, e mande ver na criatividade.

4- Chegou a hora de recheá-los com carapinha (veja uma sugestão de receita aqui). Depois de cheios, use forminhas de brigadeiro para que o ovo não vaze e fique em pé.

Feliz Páscoa!

28 Março 2012

O Dilema do Onívoro, um tratado sobre a alimentação do século XXI

Livro de Michael Pollan investiga a cadeia produtiva dos alimentos nos Estados Unidos e apresenta uma profunda reflexão ética e ecológica sobre o que se come

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Quantos de nós realmente sabem de onde vem a comida da prateleira do supermercado? A dúvida sobre a origem do que consumimos inocentemente no dia a dia levou o jornalista e escritor Michael Pollan a viajar por cinco anos e investigar a procedência do alimento, fazendo o caminho contrário da cadeia alimentícia - da mesa até a raiz. O resultado da jornada foi relatado no livro O Dilema do Onívoro, uma história natural de quatro refeições.

A empreitada levou Pollan a escancarar os abusos da indústria alimentícia norte-americana através da explicação detalhada sobre cada ingrediente que compõe rótulos de produtos consumidos por grande parte da população. Da onipresença do milho – do xarope de refrigerante à alimentação de gado, frango e salmão – até a descoberta de fazendas orgânicas que mantêm os animais encarcerados tal como fazem as grandes granjas industriais, o autor revela que a comida prega peças até em quem opta por produtos ditos saudáveis.

Mas nem toda a experiência é desastrosa. Michael também mostra que fugir à regra e buscar pratos saudáveis e satisfação à mesa é uma questão de escolha. E, de acordo com ele, o livro foi feito para as pessoas que querem eleger o que ingerem, transformando a alimentação em profundo prazer de comer bem.

Editora: Intrínseca
Autor: Michael Pollan
Ano: 2007
Edição:
Páginas: 479

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21 Março 2012

Pelo fim do desperdício de água

Aproveite a passagem do Dia Mundial da Água, comemorado em 22 de março, para refletir sobre o consumo consciente deste importante e escasso recurso

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Você sabe quantos litros de água são gastos com um quilo de carne bovina até ela chegar à sua mesa? Mais de 17 mil! O mesmo acontece com um quilo de arroz e outro de banana, que do início ao fim da produção, consomem 2,5 mil e 499 litros, respectivamente. Como dá para perceber, nosso consumo diário de água vai muito além dos já exagerados 200 litros gastos com as tarefas do cotidiano, como tomar banho, escovar os dentes e lavar as mãos. De acordo com a instituição Water Footprint Network, esse outro consumo pode chegar a 3,8 mil litros de água por dia, dos quais 95% são utilizados na produção agrícola e industrial.

Pensando assim, parece até que não há nada que possamos fazer. Mas esta não é a melhor maneira de enxergar o problema. Atitudes simples e coletivas, em casa e no trabalho, fazem, sim, muita diferença, e podem ser nosso primeiro passo.

Na Sabor Caseiro, a preocupação com a água não é de hoje. Desde 2008, a empresa mantém o programa “Economize Água”, que promove a conscientização dos colaboradores sobre a importância dos recursos hídricos e busca mobilizá-los para evitar o desperdício. Diariamente é feita a medição do consumo e, se a média mensal não ultrapassar o limite estipulado – suficiente para suprir todas as necessidades da empresa –, a equipe participa de um sorteio de duas “supercestas” de alimentos e produtos especiais. Com a dedicação e o comprometimento dos colaboradores, os bons resultados têm se repetido mês a mês e a cultura da economia de água já está incorporada ao dia a dia de todos.

O fato é que só vamos conseguir preservar este bem cada vez mais escasso se cada um fizer a sua parte. Além de cuidar de nossas escolhas sobre o que se consome, devemos reduzir o gasto de água em casa e incentivar nossa família a fazer o mesmo. Você pode não acreditar, mas, segundo o movimento Planeta Sustentável, é possível viver com menos de 50 litros de água por dia, sem sofrimento. Veja só:

  • Banho de 8 minutos = 24 litros de água.
  • Descarga acoplada (aquelas localizadas na parte traseira do vaso sanitário) acionada três vezes ao dia = 18 litros de água.
  • Lavar as mãos quatro vezes ao dia = 3,2 litros de água.
  • Escovar os dentes três vezes ao dia = 2,4 litros de água
  • Beber água potável = 2 litros de água

Aproveite que 22 de março é o Dia Mundial da Água e comece já a reduzir o consumo. O planeta e as futuras gerações agradecem.

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13 Março 2012

Plante e colha em casa

Cultivando uma horta em casa, você tem sempre à mão produtos fresquinhos e livres de agrotóxicos

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Temos uma boa notícia: manter uma horta em casa não é impossível nem mesmo para quem mora na cidade grande. Com ou sem pátio, você pode, sim, cultivar vegetais e temperos e ter sempre à mão alimentos frescos e livres dos venenos dos produtos comprados no supermercado. E, de quebra, ainda deixa a casa mais bonita e alivia o estresse com uma atividade que é praticamente uma terapia. Vamos começar?

A escolha do local

Você não precisa ter um grande pátio para ter uma horta. Um canteiro ou até mesmo algumas garrafas pet podem ser suficientes para você plantar variedades de ervas e verduras. O importante é que o lugar seja ensolarado e fique longe de contaminação (esgoto, privadas) e que a terra seja adubada e receba água periodicamente.

O que plantar?

Se você dispõe de um terreno destinado à horta, ou até mesmo um canteiro de tamanho razoável, plante alimentos maiores, que precisam de espaço, como batatas, cenouras, alface, milho-verde, etc. Agora, se o espaço é reduzido, escolha aqueles temperinhos que usamos no dia a dia, como cebolinha, hortelã, temperinho verde, alecrim e manjericão. Hortaliças como rúcula e espinafre também podem ser cultivadas, além do tomatinho cereja, que cresce em vasos pequenos – mas neste caso, é necessário um suporte para sustentação.

O preparo da terra

Se você tiver um terreno, precisará capinar e retirar as ervas daninhas antes de começar o plantio. Se for utilizar vasos ou canteiros, apenas revire a terra e misture com adubo orgânico. 

Plantio das mudas

As mudas ensacadas encontradas em viveiros ou mesmo em supermercados são as mais práticas para fazer uma horta em casa. Compre as mudas das plantas que você deseja cultivar, acomode-as no vaso e complete com a terra, mantendo-a no mesmo nível da terra do saquinho. Em canteiros, abra uma pequena cova, coloque a muda com cuidado e cubra a base com um pouco de terra.

Como tratar sua horta

  • Regue pelo menos uma vez ao dia no final da tarde.
  • Quando comprar sementes, observe na embalagem a validade e a época do ano que deve ser plantada.
  • Retire sempre as ervas daninhas que crescem ao redor da sua planta.
  • Depois de colher um tipo de verdura, substitua a próxima plantação por um tubérculo. Por exemplo: se você plantou alface, agora plante cenoura no mesmo local. Essa medida renova a terra.

Pronto! Agora aproveite todos os benefícios que uma horta orgânica, sem agrotóxicos, traz para você e sua família.

Para saber mais, consulte estes sites:

http://www.cultivando.com.br/f_horta_home.html

http://planetasustentavel.abril.com.br/noticia/casa/horta-casa-584669.shtml

http://g1.globo.com/globo-reporter/noticia/2011/03/engenheiro-agronomo-ensina-como-preparar-uma-horta-em-casa.html

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06 Março 2012

Hidropônicos X orgânicos: quanta diferença!

Muita gente confunde produtos hidropônicos com orgânicos, mas eles não são nem parentes próximos

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Ir à seção de hortifruti do supermercado já não é mais uma tarefa tão simples. Vegetais e frutos hidropônicos e orgânicos são expostos como se fossem a mesma coisa, muitas vezes lado a lado, o que acaba confundindo o consumidor. Já aconteceu com você? Então vamos esclarecer de uma vez quais as diferenças entre esses dois tipos de alimentos.

Hidropônicos são alimentos cultivados em tubos plásticos por onde circula água, sem a necessidade do solo. Por não receberem nutrientes da terra, eles precisam de uma grande quantidade de agrotóxicos e fertilizantes químicos para nutrição e tratamento de doenças – e tudo isso acaba indo para o organismo de quem os consome, o que não é nada saudável. A hidroponia é muito comum em folhas (especialmente a alface), mas também pode ser aplicada ao cultivo de repolho, couve, pepino, berinjela, melão e arroz, entre outros.

Os orgânicos, por outro lado, são isentos de qualquer substância que cause mal à saúde. Produzidos em solo enriquecido somente com adubo natural, são mais resistentes a pragas e doenças, dispensando o uso de agrotóxicos. Além de preservarem a terra dos produtos químicos agressivos, os orgânicos contribuem para a qualidade de vida de seus consumidores. Mas atenção: nos supermercados, todo produto orgânico deve ter o selo Produto Orgânico Brasil na embalagem; nas feirinhas orgânicas de bairro o selo não é obrigatório, pois a compra é feita diretamente de agricultores familiares.

Está claro que hidropônicos e orgânicos não são a mesma coisa – muito pelo contrário! Não compre pela aparência. O hidropônico pode até ser mais verde e mais bonito, mas por dentro... quanta diferença!

Quer saber mais sobre orgânicos de uma forma divertida e didática? Leia a cartilha do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento ilustrada pelo cartunista Ziraldo. http://www.slideshare.net/elainec_ts/cartilha-organicos-ziraldo

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28 Fevereiro 2012

Em Defesa da Comida, um livro para repensar sua alimentação

Sem truques complicados, o autor dá dicas de como melhorar a alimentação em tempos de supermercados lotados de comida industrializada

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Já parou para pensar em quantas vezes você já escolheu um alimento na prateleira do supermercado porque ele parecia ser "cheio de saúde", com doses ideais de vitaminas e minerais e baixos ou altos teores disso ou daquilo? Mas se consumimos tantos alimentos considerados saudáveis, por que então quatro doenças crônicas relacionadas à alimentação – distúrbios coronários, diabetes, AVC e câncer – figuram entre as dez principais causas atuais de morte no ocidente? O jornalista e escritor americano Michael Pollan acredita que encontrou a resposta e conta em forma de manifesto no livro Em Defesa da Comida.

Em 272 páginas, Pollan explica que o mercado mudou a forma como as pessoas enxergam a comida, transformando iogurte, frutas, peixe e leite em fibras, cálcio e ferro – mesmo que os consumidores pouco saibam para que servem tais substâncias. Segundo ele, a "etiqueta saúde" dos novos alimentos engana seus compradores, que consomem ciência ao invés de comida. Pollan dá ainda lições básicas de como comer bem, simples e saudável em tempos de embalagens coloridas e de alimentos processados e congelados. Uma das principais diz: "Não coma nada que a sua bisavó não reconheceria como comida". Se você nunca tinha pensado nisso antes, leia e tire suas próprias conclusões! 

Editora: Intrínseca
Autor: MICHAEL POLLAN
Ano: 2008
Edição:
Número de páginas: 272

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09 Novembro 2011

Refrigerante, a bebida sem nutrientes

Trocar bebidas saudáveis como água e suco de frutas pelo popular refrigerante não é um bom negócio

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Obesidade, cáries e deficiência de cálcio, ferro e outros minerais... Ninguém quer ter estes problemas, certo? Claro que não, mas se você consome refrigerante com frequência, pode fazer parte do grupo de risco. Esta bebida tão popular tem pouco ou nenhum valor nutritivo, é cheia de corantes e outros ingredientes artificiais e é rica em calorias. Em resumo, é uma verdadeira vilã da boa saúde.

Mas o fato é que grande parte das pessoas consome regularmente a bebida, especialmente as crianças, que muitas vezes deixam de ingerir alimentos saudáveis, como leite, iogurte, suco natural de frutas, para beber refrigerante. As desvantagens desta troca são incontáveis, mas vamos tentar enumerar algumas.

Primeiro, o gás do refrigerante causa distensão gástrica, o que diminui o apetite das crianças. Assim, ao substituir outras bebidas pelo refrigerante, elas deixam de absorver nutrientes importantes e ainda são afetadas na maneira com que se alimentam.

Outro fator de risco é a presença de cafeína e fósforo. Na quantidade certa, estas substâncias não fazem mal, mas quem toma refrigerante, principalmente os do tipo cola, costuma ingerir quantidades absurdas delas. Por exemplo, uma criança de 27 quilos que bebe uma latinha que contenha 50 miligramas de cafeína estará consumindo quantidade equivalente a um homem de 80 quilos que toma quatro xícaras de café.

O problema disto é que a cafeína estimula o sistema nervoso central e, em excesso, pode causar dependência, aumentar a pressão arterial e desregular os batimentos cardíacos. Já o fósforo dificulta a absorção de cálcio, o que pode prejudicar o desenvolvimento de ossos e dentes das crianças e causar osteoporose nos adultos.

Então está combinado: para você e para a sua família, deixe o refrigerante de lado e prefira água, sucos naturais, leite e iogurte. É uma escolha bem mais inteligente e saudável! 

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19 Outubro 2011

O açúcar escondido dos alimentos salgados

Não são apenas os doces que contêm este que é um dos maiores vilões da saúde

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Pode não parecer, mas os alimentos prontos – os processados que encontramos nas prateleiras e refrigeradores do supermercado – não são ricos somente em gordura e sal. Eles também têm quantidades enormes de açúcar, que pode ser um vilão para a sua saúde se consumido em excesso.

Uma pesquisa realizada pela Emory School of Medicine, dos Estados Unidos, acompanhou, de 1999 a 2006, seis mil americanos adultos e constatou que parte do grupo consumia o equivalente a 46 colheres de chá de açúcar por dia, quando o recomendado são, no máximo, seis colheres de chá ao dia (ou 25 gramas). A dieta deles compreendia cereal matinal, lanches com bolos e produtos processados, refeições prontas (pizzas, lasanhas e etc), refrigerantes e outras bebidas adoçadas.

A explicação para a preferência por estes alimentos é simples: o açúcar é agradável ao paladar. No entanto, assim como a gordura, em excesso ele pode aumentar os níveis de triglicérides e colesterol ruim. 

Agora que você já sabe que o açúcar não está presente apenas nos doces, fique atento aos rótulos e verifique não só as quantidades de sal e gordura, mas também o percentual de açúcar!

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25 Agosto 2011

Em dia com a pressão arterial

Maus hábitos alimentares estão entre as principais causas da hipertensão

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Mais de 30 milhões de brasileiros sofrem de hipertensão e a grande maioria demora até descobrir o problema. De acordo com os médicos, a doença está intimamente vinculada aos maus hábitos alimentares das pessoas e, por isto, pequenas mudanças no cardápio, aliadas à prática de exercícios físicos, podem fazer grande diferença na saúde de quem está propenso a apresentar a enfermidade.

Conheça alguns alimentos que podem ajudar bastante a manter a pressão sob controle:

Farelo de trigo

Grãos e cereais dificultam a absorção de gorduras e colesterol ruim nas paredes dos vasos sanguíneos. O farelo de trigo, em especial, ajuda na limpeza dos vasos e, de quebra, ainda tem outras propriedades nutricionais, como o zinco e vitaminas do complexo B. Não sabe como comer? Fácil! Misture duas colheres de sopa nas bebidas com leite ou salpique no seu almoço ou jantar.

Morango

O morango (e outras frutas vermelhas) contém um antioxidante chamado antocianina, que atua na redução do colesterol ruim e aumento do bom. E comer morangos é tão bom que nem vai dar trabalho incluí-lo no seu dia a dia, certo?

Semente de abóbora

Aqui no Brasil temos o costume de jogar fora esta preciosidade. A semente de abóbora é rica em vitaminas A e E, fibras, gorduras boas e magnésio e, por isto, é potencialmente eficaz no combate à hipertensão. Você pode levá-las ao forno e, quando estiverem douradas, retire. Leve para comer no trabalho, entre um intervalo e outro.

Clara de ovo

A parte branca do ovo é uma grande aliada dos hipertensos por possuir a capacidade de dilatar os vasos sanguíneos. Ainda não se sabe se o alimento mantém as propriedades quando cozido, no entanto, vale consumir moderadamente. Procure utilizar pouca quantidade de óleo vegetal na preparação.

Soja

Além de ser vasodilatadora, a soja faz uma faxina nos vasos sanguíneos, impedindo que o colesterol ruim e a glicose se fixem em suas paredes. Você pode substituir a guarnição habitual por uma porção cozida de soja.

Guaraná

Não estamos falando de refrigerante e, sim, da fruta conhecida por ser fonte de energia. Além do pique a mais no dia a dia, a guaraná em pó pode auxiliar no controle da hipertensão. Mas atenção: consulte o seu médico antes de colocar o pó de guaraná no seu menu.

Melancia

Ela ajuda nos casos mais complicados de pressão alta e, ainda por cima, é uma fruta saborosa. A melancia tem a I-citrulina, uma substância que auxilia no relaxamento dos vasos sanguíneos.

Fonte: http://saude.abril.com.br/ 

25 Agosto 2011

Muita calma na hora de mastigar

Você já contou o número de vezes que mastiga enquanto come? Pois pode estar aí o segredo para emagrecer!

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Nem toda a digestão depende somente dos nossos órgãos. A forma como os alimentos chegam até o sistema digestivo é um grande fator na facilitação da absorção dos nutrientes e pode fazer diferença até na balança. Por isso, preste atenção na mastigação.

O ato de mastigar muitas vezes é também responsável pela sensação de saciedade. Com a mastigação, nosso corpo libera substâncias que facilitam a digestão dos alimentos, o que faz você se sentir satisfeito mais rápido. Em um estudo realizado na Inglaterra, constatou-se que pessoas que mastigavam 35 vezes o alimento comiam menos do que os que mastigavam apenas 10 vezes. Quanto menos mastigamos, mais fome temos, mais comemos e, consequentemente, engordamos com mais facilidade.

Quer começar a mastigar mais vezes? A Sabor Caseiro dá algumas dicas:

  • Não tenha pressa, o alimento não vai fugir. Dê uma garfada, mastigue, espere, dê outra. Tudo com muita calma, pois o corpo leva aproximadamente 15 minutos até perceber que você está se alimentando.
  • O ideal é mastigar pelo menos 30 vezes antes de engolir, mas ninguém vai ficar contando o número de mastigadas que dá a cada garfada, certo? Então o segredo é não ter pressa, como já dissemos acima. Procure se habituar a mastigar várias vezes para só então engolir, quando o alimento já estiver bem diluído na boca.
  • Use os dois lados da boca para mastigar.
  • Se a sopa é o prato do dia, coma uma salada de entrada. Isso fará você se sentir satisfeito mais rápido.

Fonte: http://saude.abril.com.br/

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